Just another day I can´t trust my mind

“É pequenininho mas é de coração, um peso que tinha de tirar esse dia que não foi muito bom. Sei que estou escrevendo menos e peço desculpas mas não estou tendo muita inspiração nesse ano cheio de coisas que tenho de fazer (número 1 passar no vestibular) e quando tenho uma inspiração tenho pouco tempo ou nada mesmo. Não gosto de escrever sobre coisas que não intendo ou que não acredito, e echo sacanagem fazer um texto meia boca só por fazer e jogar aqui no blog. Mas acima de tudo obrigada pela atenção que vocês dão ao nosso blog, lendo nossos textos e deixando comentários, o que nos deixam com muito mais “tesão” de escrever. Obrigada mesmo e esperem por mais textos porque concerteza eles virão!! Bjos”  Andriê

 

 

Sonhei com ele esta noite. Sonhar não é bem a palavra certa, eu mais o desejei esta noite, desejei intensamente e profundamente. Foi um sonho tanto quanto irônico, por pensar que estava o querendo à noite toda e ao acordar não saber dos meus sentimentos por ele. É minha mente pregando peças em mim, me distorcendo a visão e tratando de alterar cada pensamento meu, fantasiando-os e enchendo-os de romance. O que eu posso dizer? Devem ser os hormônios falando naquela semana do mês em que nada mais consegue calar a boca deles. Mas não dou a culpa só para os hormônios, eu sinto uma incerta “paixonite” por ele sim, e estou tentando me convencer disso, pois eu sei que está lá, só não estou pronta para ver.

Depois do sonho o dia não foi fácil, tente se concentrar em alguma coisa quando lá no fundo você ouve uma voz (os hormônios atacando de novo) dizendo para você se arriscar nas suas aventuras românticas mais íntimas e ir enfrentar ele de uma vez por todas, esclarecendo o que, para sua já alterada mente, esta certo. A cagada é que tais dias coincidiram desta vez, com a minha queda de auto-estima, uma coisa que venho tendo ultimamente e o que deixa minha mente mais vulnerável ainda. O resultado são horas de árdua discussão comigo mesma sobre o que é e o que não é realidade nesses meus devaneios românticos, pensando e repensando sobre o que fazer para chamar a atenção do mesmo menino do começo deste texto, fazê-lo me notar e, se tiver sucesso, me encher com mais planos “infalíveis”. Sim, eu sou dessa ridicularia. Enfim a tarde vai se arrastando, se fechando e levando com elas todas as tentativas inúteis de tentar quebrar essa fronteira que existe entre o planejar e o fazer, o imaginar e o realizar, o sonhar e o viver. O final da tarde deve ser a hora mais difícil, a hora em que nada te detém de pensar no quase acabado dia e inundar sua mente com questionamentos e reflexões. E ao final de toda essa bipolaridade de sentimentos, quando a noite inunda meu quarto e obstrui meus últimos pensamentos, tenho um último sopro de paixão e peço, mesmo com todo o ocorrido, que eu tenha outros sonhos com ele, pois só assim me acostumarei com a idéia de nós dois juntos e lutarei para te acostumar também com  a idéia de voltar a me amar.

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